Ensinar cachorro a fazer cocô no lugar certo

Adestramento
julho 6, 2016

Você já parou para pensar no motivo que leva muitas pessoas a abandonar seus cachorro nas ruas ou até mesmo o que as impede de ter um cachorro em casa? Muitas vezes que perguntei isso a amigos, a resposta foi sempre a mesma: não querer tirar cocô do quintal inteiro. O que eles sabem, mas não têm paciência de fazer é educar seus cachorro ou acreditar que isso seja possível. Mas é, desde que sigam as dicas de adestramento corretas. Neste artigo quero falar sobre como fazer seu cachorro fazer cocô no lugar certo. Considero aqui que você tenha um filhote, mas mesmo que seja um cachorro já adulto, é possível condicioná-lo a fazer no lugar que você determinar.

Nunca faça isso com seu cachorro.

Nunca faça isso com seu cachorro.

O cãozinho aprende a anunciar que quer sair

A primeira parte desta lição eu publiquei lá no meu site de adestramento. A segunda parte desta lição diz que ele mostra a vontade de sair. Toda vez que notar seu empenho em procurar um “banheiro”, pergunte-lhe amavelmente: “Você quer sair?” e, encaminhando-se para a porta, entusiasme-o a sair também. Faça-o sentir que é uma enorme satisfação para você acompanhá-lo; esquecendo suas necessidades no momento, ele latirá alegremente. Pare por um instante na porta e pergunte mais uma vez: “Quer mesmo sair?”, animando-o a latir.

Fazendo isto algumas vezes, e sempre recompensando-o depois, como até agora, você já estará incutindo no filhote a sequência: latir — ir para fora — premiado. Mas não se consegue isto em um dia ou uma semana. Acontece que às vezes ele se esquece ou também que nós não lhe prestamos a atenção necessária. Em casos de deslembranças, você não deve bater-lhe nem tampouco renunciar ao seu bom propósito. Fale com voz severa e mostre-lhe o “crime”: “Não tem vergonha?” Um castigo agora terá como consequência um cãozinho intimidado, que na próxima vez procurará cantinhos escondidos para se aliviar.

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Um costume altamente condenável, mas quase generalizado, é tomá-lo pela nuca e empurrar seu nariz na urina. O cérebro canino não compreende a ligação entre o lagozinho e o seu nariz, e já aconteceu que o filhote, tendo sofrido esta repreensão algumas vezes, enfrentando novamente a dona aborrecida correu ao lugar do crime e enfiou o nariz na urina, espontaneamente.

No princípio ele tem de ficar ao seu lado quando você limpar o lugar do delito; porém, você vai perceber que de maneira nenhuma ele se mostra consciente de um crime. Mais tarde, quando já adquiriu alguma noção dessa coisa condenável, tome papel de jornal, enrole-o e bata com este no chão, bem perto do seu erro, repreendendo-o: “vergonha, vergonha!”. Desinfete em seguida o local com creolina ou vinagre, fazendo-o perceber pelo cheiro — que ele sente mais do que nós — que aquele lugar é tabu para ele.

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